Integridade inegociável

Nesses últimos dias tenho pensando muito a respeito de integridade. Palavra que o dicionário Aurélio define como: qualidade de íntegro; caráter daquilo a que não falta nenhuma das suas partes; estado de são, de inalterável; retidão, honradez; pureza intata. É triste perceber o quanto o “jeitinho brasileiro” está impregnado no dia-a-dia desta nação.
Por vezes acreditamos que o problema são os políticos, e dizemos “a solução é simples, é saber votar, é não reeleger os que estão lá” ,mas quanta mentira há nessas afirmações.

A corrupção está aí na forma de tirar proveito de algo ou alguém, está na possibilidade de conseguir alcançar coisas que seriam inalcançáveis sem aquele “jeitinho”. E justificamos dizendo que o sistema não é justo, que não deveria ser assim e que estamos apenas colocando as mãos naquilo que deveria ser nosso.

Quanto aos cristãos, é ainda mais vergonhoso perceber que muitos têm se curvado a esse sistema corrompido, quando, durante toda a história do seu povo Deus deu diversas provas que honraria a integridade dos seus, que diante de situações que eram de fato injustas Ele era justo e poderoso o suficiente para levá-los ainda mais além do que o que havia sido prometido em troca da sua retidão.

Durante esse período três pessoas me vieram a mente: Abrão, Jacó e José.

Em Gênesis 13 lemos que “Ló, que acompanhava Abrão nas viagens, também estava rico. Possuía ovelhas, gado e tendas. Assim, aquela terra ficou pequena para os dois, porque eram muitos bens. Logo, começaram a ocorrer brigas entre os pastores de Abrão e os pastores de Ló; eles perceberam que já não tinham condições de viver juntos ali… Abrão disse a Ló: “Não deve haver brigas entre nós, entre seus pastores e meus pastores. Afinal, somos parentes. Olhe em volta deste lugar. Há muita terra aqui! Vamos nos separar. Se você for para a esquerda, eu vou para a direita; se você for para a direita, eu vou para a esquerda”.

Como chefe daquela família Abrão tinha todo o direito de dizer com o que seu sobrinho ficaria, mas ele dá a Ló a opção, e esse escolhe o que aos olhos humanos parecia a melhor parte. “Ló estudou a região, e viu toda a planície do Jordão, que era muito bem irrigada. Parecia até o jardim do Eterno, ou o Egito, e a terra se estendia até Zoar. Ló ficou com toda a planície do Jordão e partiu na direção leste.”

Contudo diante de Deus a região escolhida por Ló era habitada por um povo “mau, gente que pecava abertamente contra o Eterno.”

Depois da honrada atitude de Abrão o Eterno se revela a ele e diz: “Olhe para o norte, sul, leste e oeste. Tudo que você está vendo, toda a terra que se estende diante dos seus olhos eu darei para sempre a você e a seus filhos. Farei que seus descendentes sejam como o pó, tanto que contá-los será impossível: será como contar o pó da terra. Por isso, levante-se e ponha-se a caminho! Ande por essa terra, de uma extremidade a outra. Estou dando tudo a você”.

Em Gênesis 29 conhecemos a história de Jacó, trapaceado por seu sogro quando trabalhou por sete anos pelo direito de se casar com Raquel e que na noite de núpcias, por uma armação de seu sogro deita-se com Lia, a filha mais velha de Labão. Chegando ao capítulo 30 lemos que Jacó decide cuidar sozinho de sua família e pede a seu sogro sua parte dos bens. Labão ciente de que havia prosperado desde a chegada de Jacó, certo de que a mão do Eterno estava sobre Jacó e que por isso seus rebanhos tinham crescido tanto, pede a Jacó que permaneça com ele. Mas como Jacó está decidido fica definido que ele continuará durante mais seis anos trabalhando para Labão e que todas as ovelhas, cordeiros, cabritos escuros e malhadas seriam dele de forma que Labão não poderia acusá-lo de o estar roubando. Labão como se poderia esperar, manda que seus servos removam todas os animais escuros e malhados e os levem para longe de modo que Jacó ficasse sem nada. Mais uma vez Jacó é traído por aquele que sabia que só estava sendo abençoado pelo Eterno porque Jacó vivia no meio dele. Mas ao final de tudo vemos algo miraculoso acontecer, através de uma estratégia completamente estranha de colocar gravetos na frente dos rebanhos enquanto cruzavam, começam a ser gerados muitos e fortes animais malhados e escuros de modo que ao final deste prazo Jacó parte como um homem “rico, possuindo rebanhos enormes e muitos empregados, além de camelos e jumentos.

A respeito de José é quase desnecessário falar, é necessário conhecer pouco da Bíblia pra saber que a vida dele é um completo exemplo daquilo que Deus é capaz de fazer com aqueles que decidem se manter íntegros. Vendido como escravo por seus irmãos (Gn 37.12-28) José vai parar na casa de Potifar (egípcio que era um dos oficiais do faraó e administrador da casa real), ali é assediado pela esposa deste que ao ser rejeitada acusa José de ter sido ele quem tentou abusar dela, diante dessa mentira José é preso (Gn 39.1-23).
O homem que pela mão de seus irmãos já havia se tornado um escravo, agora era um presidiário numa terra estranha. Onde estaria Deus em tudo isso? Por que manter-se íntegro se aos olhos humanos tudo ia de mal a pior?
O lindo é que a história não termina assim, cumprindo a palavra “de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” José interpreta o sonho do copeiro e do padeiro real (que também estavam presos). Dois anos depois quando faraó tem um sonho o copeiro se lembra que na prisão há um homem capaz de ajudar.

O restante da história? José assume um cargo que está abaixo apenas do faraó, na maior e mais forte nação deste período da história humana. Além de salvar o povo egípcio da morte por conta da grande fome que se abateu, ele salva sua família e outros povos que viviam ao redor e que vinham ao Egito comprar para si do alimento que havia sido estocado com a orientação de José durante os sete anos anteriores.

‘“De hoje em diante, você será responsável pelos meus negócios. Todo o meu povo seguirá suas ordens. Apenas eu, na condição de rei, estarei acima de você”. E foi assim que José recebeu esta incumbência: “Estou pondo sob seus cuidados toda a terra do Egito”. Em seguida, o faraó tirou seu anel de autoridade e o pôs no dedo de José. Também ordenou que ele fosse vestido com roupas do melhor linho e pôs em seu pescoço um colar de ouro. A segunda carruagem na hierarquia de comando ficou à sua disposição, e, quando ele passava, o povo gritava: “Viva!”, Desse modo, toda a terra do Egito foi posta sob o comando de José. O faraó disse ainda à José: “Sou o faraó, mas, no Egito, nada acontecerá sem seu selo de aprovação”’.(Gn 41.40-44)

Para mim não resta dúvida: a mão de Deus está estendida sobre aqueles que decidem pela integridade. Está estendida para aqueles que tem levado ou levaram prejuízo aos olhos humanos porque decidiram que existem posturas que precisam ser inegociáveis. Assim como nós, esses homens não eram perfeitos, a Bíblia não esconde os deslizes de suas vidas, mas todas as vezes que decidiram por confiar no Eterno a sua fé foi correspondida.
Continue crendo, persevere honrando aquele que é Santo e nos mandou sermos Santos. Em tempo oportuno você verá o mover de Sua mão a seu favor.

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Talvez pra você, viver 2017 também não tenha sido fácil…

Quando expectativas são frustradas, as notícias não são boas e a gente tem a sensação de que tudo foge ao nosso controle, a impressão que nos resta é que não há muito o que fazer além de derramar lágrimas e fazer questionamentos. Inconformidades nascem e buscamos entender onde erramos.

A busca pela formação acadêmica, emprego, carro ou viagem dos sonhos nos enreda numa trama criada naquele antigo Jardim, soprando aos nossos ouvidos que podemos mais, merecemos mais. Como é fácil perder o foco.

Em uma de suas frases mais conhecidas, C. S. Lewis diz que “se descubro em mim um desejo que nenhuma experiência deste mundo pode satisfazer, a explicação mais provável é que fui criado para um outro mundo” (Cristianismo Puro e Simples, p. 182, Martins Fontes, 2014). Nós que aguardamos pelo céu sabemos que isso é verdade, mas muitas vezes vivemos como que esquecidos disso. Corremos atrás do vento como o autor de Eclesiastes, sem perceber que corremos o risco de acabar como ele, decepcionados, porque tudo que adquiriu foi incapaz de suprir os seus anseios.

Mas, como Deus – faz com que todas as coisas trabalhem juntas (como um plano) para o bem daqueles que O amam” (Romanos 8.28, AMP) – não desiste de nos ensinar, depois de muito insistir para que as minhas vontades fossem feitas aprendi algumas lições e fui lembrada de outras.

Ele é tudo o que precisamos. Ele é a realização e a satisfação que nenhuma conquista material, física ou familiar pode nos dar. E nós somos o que a mais de dois mil anos Ele conquistou. Nele não nos falta nada, Nele não há nada perdido, Nele tudo é completo, eterno e gera vida.

Hebreus 12.6 nos diz que Ele “corrige a quem Ele ama” e se a sua rota, assim como a minha, foi corrigida este ano que possamos juntos fazer esta prece de gratidão:

“Pai eu te louvo porque Tu tornas em bem todas as coisas na minha vida. Se portas fechadas são a revelação do teu zelo por mim, me livrando de mim mesmo, eu te louvo. Eu quero sempre depender de Ti, não me deixes esquecer que tudo o que tenho, sou, ou vier a ser vem tão somente da tua bondade e não da força das minhas mãos.”

E que mais do que desejar um Feliz 2018 possamos construí-lo debaixo do amor e sabedoria do nosso Aba.
Um grande abraço!

Indicação de leitura: Engolidos pela cultura pop

Ninguém está imune à influência da propaganda, das novas tecnologias, das celebridades, da literatura, enfim, da cultura da nossa época.

No entanto, Engolidos Pela Cultura Pop aponta as diferenças entre o modo como a Bíblia enxerga os produtos, os símbolos da cultura, e a forma como eles nos são apresentados.

O que vestimos, o que lemos, o que vemos e como nos movemos pelas ruas, pelas redes sociais e também nas igrejas tem tudo a ver com discernimento espiritual – ou a ausência dele. E uma lista de músicas, filmes, revistas, livros e sites “aprovados” ou “proibidos” ajudaria muito pouco.

Para Steve Turner, a pergunta não é “o que devemos evitar?”, mas “o que e como devemos consumir?”. Como apreciar, criar e criticar as tendências e os modismos? O que está por trás dos textos, das falas, das imagens que formam a cultura pop que consumimos? Uma leitura profunda e divertida. [Texto extraído do site da editora]

A leitura deste livro me fez perceber o quanto os conteúdos que nos atingem a todo o momento não estão livres, nenhum deles, de interesses implícitos.

Seja na propaganda ou nas artes, o que foi produzido tem um objetivo direto, claro, mas traz consigo também os ideias e conceitos de quem os produziu.

O autor traz informações relevantes para nossa reflexão a respeito da sociedade em que estamos inseridos, como somos influenciados por ela e como podemos influenciá-la.

Leitura recomendadíssima. Um daqueles livros que tenho vontade de ler novamente.

Clicando aqui é possível ler um trecho do livro disponibilizado pela editora de forma gratuita.

O povo de Bereia

Entretanto o povo de Bereia tinha a mente mais aberta do que a de Tessalônica, de modo que ouviram com mais interesse a mensagem. E investigavam dia a dia as Escrituras, para conferir as declarações de Paulo e Silas, a fim de ver se realmente elas eram assim. Atos 17.11 [Nova Bíblia Viva]

O povo de Bereia nos dá uma preciosa lição sobre a necessidade de dar ouvidos apenas ao que tem respaldo na Palavra e a quem tem ensinado de forma fiel ao que a Bíblia diz.

O versículo nos traz o relato de que, enquanto recebiam a mensagem através de Paulo e Silas, eles examinavam as escrituras a fim de confirmar o que os apóstolos estavam ensinando.

Sendo um líder judeu, Paulo era conhecedor das leis e dos profetas, era profundo estudioso do que hoje conhecemos como Antigo Testamento. O apóstolo desfrutava de status decorrente de sua formação e seu conhecimento (Atos 22.3) mas isso não era suficiente para o povo. Para eles, todos aqueles relatos miraculosos precisavam encontrar base nas Escrituras.

E hoje? Será que temos tido o mesmo cuidado que essas pessoas? Ao ouvirmos grandes líderes, homens e mulheres respeitados por nossas comunidades, temos tido o mesmo zelo que esses crentes?

Precisamos nos lembrar da orientação deste mesmo apóstolo na carta aos Gálatas 1.8: “Quero deixar bem claro: se algum de nós – até mesmo um anjo do céu – pregar uma mensagem diferente da verdadeira e original, seja amaldiçoado. Vou repetir: se alguém – não importa a reputação ou as credenciais que possua – pregar uma mensagem diferente da que vocês receberam no início, seja amaldiçoado.” [A Mensagem]

A respeito do medo

“A desgraça que eu tanto temia acabou caindo sobre mim!” Jó 3.25

A declaração de Jó me leva a refletir a respeito do medo. A respeito daquele medo persistente, capaz de tirar o sono, a paz. Capaz de nos fazer esquecer de verdades estabelecidas por Deus. Medo que querendo ou não, é uma demonstração da nossa fé no que pode dar errado ao invés de fé Naquele que prometeu em sua palavra que: “dará instruções especiais aos seus anjos para te protegerem em qualquer lugar onde fores.” Salmos 91.11

E perceba, não há prerrogativas para essa proteção, do tipo:

  • Te protegerei a menos que vá a um lugar perigoso, ou;
  • Te protegerei a menos que você esteja na rua ou invés de em casa após as dez horas, ou;
  • Te protegerei a menos que você more numa cidade perigosa.

E a Bíblia continua a não dar brechas para qualquer tentativa nossa de justificar os nossos medos:

“Abrão, não tenha medo! Eu sou o seu escudo.” Gênesis 15.1

“Digo e repito: Seja forte e corajoso! Nada de desânimo! Não fique com medo! Lembre-se bem: o Senhor seu Deus está com você, esteja onde estiver!” Josué 1.9

“Procurei o Senhor. Ele veio ao meu encontro e me recebeu. Tirou todo o medo que havia em meu coração.” Salmos 34.4

“Tudo isso acontecerá porque disseste: “O Senhor é a minha proteção! O Grande Deus é a minha morada segura! O mal não te apanhará de surpresa e o teu lar não será atingido por desgraças.” Salmos 91.9-10

Nem sempre é fácil ficar livre do medo, mas existe apenas um interessado na opressão e angústia que o medo traz. Não permita que as correntes do medo aprisionem seu coração ou sua mente. Apodere-se da Palavra, repita-a, declare-a, ore-a e perceba o Pai lançando fora todo o medo.

Pedir > Crer > Obedecer > Desfrutar

CERTO DIA, a esposa de um dos alunos do seminário procurou Eliseu, e contou a ele que seu marido havia morrido. “O senhor sabe que ele era um homem que amava a Deus,” disse ela. “Agora ele morreu, e os credores vieram cobrar as dividas dele; se eu não puder pagar, eles vão levar meus dois filhos como escravos. E que é que eu posso fazer?” perguntou Eliseu. “Quanto de alimento a senhora tem em casa?” “Não tenho nada, a não ser uma garrafa de azeite,” respondeu a mulher. “Então vá aos vizinhos e amigos, e peça que lhe emprestem muitas vasilhas vazias: garrafas, jarras, potes!” disse o profeta. “Depois entre em sua casa com seus filhos e feche a porta. E então comece a encher as vasilhas vazias com o azeite que a senhora tem na garrafa, e vá pondo de lado as que estiverem cheias!” Assim ela fez. Os filhos iam trazendo as vasilhas vazias, uma a uma, e ela ia enchendo e colocando de lado. Logo todas as vasilhas estavam cheias até à boca! “Tragam mais uma vasilha”, disse ela aos filhos. E eles responderam: “Já lhe entregamos todas, mamãe; não há mais nenhuma.” Então se acabou o azeite da garrafa! Ela correu a contar ao profeta Eliseu o que havia acontecido. E ele disse: “Agora vá vender todo o azeite; com o dinheiro a senhora paga as dividas, e ainda sobrará bastante para viver com os seus filhos!” 2 Reis 4.1-7 [Nova Bíblia Viva]

Como aprendo com essa mulher! Quantos ensinamentos ela tem para nos dar sem que ao menos saibamos seu nome.

Nesse relato bíblico vemos uma viúva que enfrenta a difícil possibilidade de ter seus filhos vendidos por conta de uma dívida. Como se já não bastasse ter perdido o marido, ela se vê agora, diante do risco de ficar completamente desamparada, numa sociedade em que uma mulher necessitava que seu marido ou filhos a sustentassem.

É diante deste grande problema que suas atitudes começam a nos ensinar.

Ela procura Eliseu, e, não vejo em sua forma de falar qualquer ponta de desespero. O fato de procurar um profeta – neste período eram eles que intercediam pelo povo e através de quem Deus falava – mostra que aquele mulher sabia a quem a sua família servia e que esse mesmo Deus seria a fonte que supriria suas necessidades.

Ela obedece a todas as orientações do profeta, por mais estranhas que pudessem ser. Seria plausível aos nossos olhos que, diante da assustadora situação em que ela e seus filhos se encontravam, questionasse qual o sentido de pedir vasilhas emprestadas ou de fechar a porta. Mas ela não fez isso, simplesmente, obedeceu.

A fé desta mãe, somada a sua obediência, foi o combustível necessário para que a resposta ao seu pedido fosse infinitamente maior do que aquilo que ela necessitava naquele momento. A partir daquele instante, ela não tinha apenas o recurso para sanar a sua dívida, mas tinha também o suficiente para levar a vida adiante.

Aprendo com ela que é preciso:

PEDIR > Assim é com a oração – continuem pedindo, que vocês receberão; continuem procurando, que vocês acharão; bata bastante que a porta se abrirá. Lucas 11.9

CRER > “Eu já não disse se crer, você verá um maravilhoso milagre de Deus?” respondeu Jesus. João 11.40

OBEDECER > Samuel respondeu: “Acaso o Senhor tem tanto prazer em suas ofertas queimadas e sacrifícios, como tem em sua obediência? Obedecer é muito melhor do que sacrificar. Deus está muito mais interessado em que você atenda ao que Ele ordena, do que nas ofertas da gordura de carneiros. 1 Samuel 15.22

Para poder ver o milagre, e então:

DESFRUTAR > Agora, glória seja dada a Deus, que pelo seu grandioso poder operando em nós é capaz de fazer muito mais do que nós jamais ousaríamos pedir ou mesmo imaginar, infinitamente além de nossas mais sublimes orações, anseios, pensamentos ou esperanças. Efésio 3.20